
E dizem que os baianos nao sabem enfrentar bem os seus problemas!
Este é o resumo da peca que estou criando para o fim do ano aqui da Arcoiris: ¡YO SOY REAL!
Novo curso, também proporcionado pelo Reuni, é evolução da habilitação ofertada no curso de Artes Visuais
As possibilidades das imagens em movimento e das novas tecnologias em favor da arte. O novo curso de Cinema de Animação e Artes Digitais da UFMG estréia com a proposta de formar profissionais com capacidade para produzir animações e também trabalhar na criação de jogos e softwares interativos. De acordo a professora Ana Lúcia Andrade, presidente da comissão para a criação do novo curso, esta graduação é uma evolução da habilitação em Cinema de Animação, até então oferecida como uma das possibilidades de formação de quem cursava Artes Visuais. A criação do novo curso faz parte do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).
O curso terá dois percursos de formação: em Cinema de Animação e em Artes Digitais. O aluno também poderá optar por ter uma formação híbrida. A área de Cinema de Animação irá contemplar técnicas de animação, como 2D, 3D, stop-motion, entre outros. Já o eixo de Artes Digitais dará ênfase às artes produzidas a partir de novas tecnologias. “É um tipo de arte em que o computador aparece possibilitando interação com as obras”, afirma o professor Jalver Bethônico, integrante da comissão.
A grade curricular de Cinema de Animação e Artes Digitais vai trazer uma inovação. As disciplinas serão oferecidas em módulos, ou seja, os alunos fazem a mesma disciplina todos os dias até que elas acabem. “O aluno vai trabalhar concentradamente em um mesmo tema para obter bons resultados nele”, relata Ana Lúcia.
Vagas ofertadas: 40, com uma entrada anual no primeiro semestre
Modalidade: Bacharelado
Turno: Noturno
Duração do curso: 4 anos
Unidade da UFMG onde é oferecido: Escola de Belas Artes (EBA), campus Pampulha
| Concorrência no vestibular UFMG: Curso novo |
|---|
Avaliação no Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (Enade): Curso novo
Mercado de trabalho: Produção e realização de filmes de animação, criação de roteiros, desenvolvimento de jogos eletrônicos e softwares interativos
Remuneração média inicial: R$ 1.000,00
Oi pessoas,

Oi gente!
OS ATEUS SAO MAIS INTELIGENTES?
Revista Galileu, setembro de 2008
A pergunta é provocadora. De acordo com um artigo que será publicado neste mês no jornal britânico de psicologia "intelligence", a resposta é sim. Foram comparados 137 países: em 60% deles, os crentes são de QI menor. O autor do estudo, o psicólogo Richard Lynn, da Universidade do Ulster (Irlanda do Norte), diz estar absolutamente convencido da relação entre ateísmo e inteligência. Mas sua opinião está longe de ser consenso.
Há décadas, pesquisas buscam associar inteligência e baixa religiosidade. O artigo de Richard Lynn é um mix dessas teorias, aliadas a outras, ainda mais polêmicas, que relacionam QI e raça.
Em alguns países, por exemplo, alguns dados não bateram. Cuba e Vietnã têm muitos ateus (40% e 81% respectivamente), mas QIs medianos. Já nos Estados Unidos, que tem média 98 de QI, 90% das pessoas dizem acreditar em Deus. Lynn diz que Cuba e Vietnã são exceções porque passaram pelo comunismo, quando houve forte propaganda anti-religiosa. Já nos EUA "há muitos imigrantes de países católicos, que mantêm os índices altos".
Na verdade, trata-se de um dilema no estilo daquela antiga marca de biscoitos: o sujeito é ateu porque é mais inteligente ou é mais inteligente porque é ateu? A hipótese de Lynn é que, quanto mais inteligentes as pessoas, maior é a facilidade de questionar dogmas religiosos. "Se a pessoa é mais educada, tem acesso a teorias alternativas de criação do mundo. Por isso, o QI alto leva à falta de religiosidade", diz Richard Lynn.
Porém, ele mesmo admite que generalizações indevidas podem ser feitas a partir desses dados. "Há muito de cultural nesses testes. E isso se reflete no mau desempenho de tribos rurais. Há também a tão alardeada inteligência emocional e uma série de características sociais que geram vantagem nos tempos modernos", afirma Lynn. Ou seja: para o próprio pesquisador, QI mede muito mais modernidade do que inteligência.
É justamente nesse ponto que o estudo é questionado por outros especialistas: o quociente de inteligência é uma medida relativa. Sim, com mais instrução, é provável que a pessoa tenha acesso a outras teorias sobre a origem das coisas, a outros livros que não são os sagrados. "Mas daí dizer que as teorias religiosas emburrecem é um passo muito grande", diz o coordenador da pós-graduação em ciência da religião da Universidade Metodista, Jung Mo Sung. "Além de preconceito"
